Koyaanisqatsi: Life out of balance é o primeiro e mais conhecido filme da trilogia Qatsi. O filme tem a velocidade e o tom ditados pela belíssima trilha sonora de Philip Glass. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário, que apresenta cenas de paisagens naturais e urbanas.
A palavra koyaanisqatsi tem origem na língua Hopi e quer dizer “vida desequilibrada”. O filme leva sua audiência a refletir sobre os aspectos da vida moderna que nos fazem viver sem harmonia com a natureza, bem como a pressão exercida pelas inovações tecnológicas que tornam o cotidiano cada vez mais rápido.
17 DE ABRIL : 20h30
GOVARDHANA : Rua Augusto Stresser, 207
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Próximo filme – Los lunes ao sol
Data de exibição: 08/05/2009 – 20:00
GOVARDHANA : Rua Augusto Stresser, 207
Sinopse: Uma cidade na costa norte da Espanha, que há muito tempo voltou as costas para o campo e foi cercada por indústrias que a fizeram crescer desproporcionalmente, aos empurrões, e que a alimentaram a imigração e os trabalhadores, e que desenharam para ela um horizonte de chaminés, de artistas e esperanças, de futuros desgarrados. Um grupo de homens que diariamente anda a pé pelas ruas, buscando na vida suas saídas de emergência.
Medo de longa duração, difíceis caminhadas de final de mês, e de princípio também, equilibristas sem rede e sem público, sem aplausos ao final, que caminham todos os dias pela corda bamba do trabalho precário, que mantêm suas vidas com andaimes de esperança e trincheiras de poucos prazeres, conversa, rotina, como se o naufrágio diário do qual tentam se salvar não fosse o seu, enquanto falam sobre sobre suas coisas e riem, de tudo e de nada em especial, esperançosos, pacíficos, em “la mañana de un lunes al sol”
O filme é de temática social, demonstrando tristeza, nostalgia, desespero, mas também amizade, lealdade, uma certa ternura nas relações humanas, com momentos de humor, com seus toques de picaretagem para sobreviver. .
Tem a sua inspiração em Gijón, uma cidade industrial nas Astúrias, norte de Espanha, onde os estaleiros de “Naval Gijón” no porto de El Musel, ameaçaram falir por um longo tempo, por causa de problemas de qualidade, custos, tempo e tecnologia, em última análise, perda de competitividade.